Dicas de restaurantes em Cusco e Vale Sagrado

Quem me acompanha pelas redes sociais (@amabilekolenda) sabe que no começo do mês passei 10 dias no Peru (Cusco e Vale Sagrado), fui mostrando tudinho pelo Snapchat (Amabilekolenda) e muita gente me pediu para postar aqui as dicas da viagem. Quis focar nas dicas dos restaurantes que é o que mais se encaixa, mas vou passar umas dicas gerais também em outro post (se não ficará muito grande ok?)! Mas já adianto que é tudo lindo, incrível, e é uma viagem barata!

Começando por Cusco, que foi o lugar que ficamos mais tempo, a gastronomia sem dúvidas é um ponto alto. A cidade é grande, mas a parte turística se concentra em torna do Plaza de Armas (com certeza você ficará hospedado bem próximo e passará pela praça inúmeras vezes), por lá existem infinitos restaurantes, são portinhas que levam a restaurantes nos fundos ou no andar de cima, e todos os lugares que você entrar vai ter boa comida! Recebi indicações de vários restaurantes para ir conhecer mas também me deixei levar e provar os que apareciam no nosso caminhos!

Os cardápios são variados, com opções de pratos típicos e opções mais globais, por exemplo: todos os restaurantes servem pizza, mas também servem ceviche, lomo saltado, truta, quinoa… Todos os restaurantes tem opções vegetarianas e é fácil encontrar opção sem glúten e lácteos (como eu sou apenas intolerante a lactose – entre outras sensibilidades como ovo e cafeína – eu provei pratos com lácteos e glúten).

O primeiro restaurante que fui foi o Green Point, um restaurante vegano, orgânico, com diversas opções sem glúten e tudo feito na casa, eles também oferecem cursos (só descobri no último dia), e tem um cardápio enorme e maravilhoso, eles ainda tem uma lojinha ao lado que vende pães, kombuchá, castanhas… Pedi um hambúrguer de quinoa com pão sem glúten e batata doce frita. Acabei retornando outro dia a esse restaurante para o café da manhã e pedi uma waffle de banana com nutela caseira e geleia de morango, estava tudo muito bom! Tudo é muito bem servido, até demais haha, eu nem consegui acabar os pratos! Média de valores dos pratos: 25 soles

IMG_4557

Green Point – rua: Carmen Bajo (no bairro San Blas)

Perto do nosso hostel (ficamos na Calle Suecia – rua que desce direto no Plaza de Armas) vi uma placa de restaurante chamado Organika, e claro que com esse nome quis conhecer (aliás os orgânicos são a maioria por Cusco e Vale Sagrado), eles tem horta própria em Urubamba e recebem os insumos frescos diariamente, também fui duas vezes jantar. Provei o ceviche (entrada), a sopa de quinoa com legumes (vegana), a salada de truta defumada e meu marido foi de sanduíche de frango. Média de gasto para o casal de 45 soles.

Outro restaurante orgânico que fomos foi o Greens Organic, que fica na rua Santa Catalina Angosta, grudadinho ao Plaza de Armas, e também fomos duas vezes lá comer, adoramos as opções no cardápio e lógico, os pratos! Lá também tomamos coragem para provar alpaca, é muuito comum lá, e no geral os restaurantes tem mais opções com alpaca do que com carne bovina, e sim, a carne é deliciosa e bem parecida com a carne bovina! No Greens provamos o queijo andino empanado com quinoa e chimichurri de manga, um wrap de alpaca, massa orgânica caseira de quinoa (com trigo) ao molho branco com cogumelos e hambúrguer de alpaca. Nesse restaurante os garçons perguntaram se tínhamos alguma restrição alimentar. Esse é um restaurante mais caro, gasta-se em média 70 soles por casal.

Sem dúvidas o ponto alto gastronômico da viagem foi a visita ao Chicha, restaurante do Gaston Acurio, um dos grandes nomes da gastronomia peruana e do mundo. Eles servem menu degustação mas é necessário fazer reserva para o menu que custa cerca de 180 soles  (como eu não sabia, fiquei sem o menu degustação hahaha, mas foi incrível de qualquer maneira). O cardápio é maravilhoso, os garçons atenciosos e também perguntaram se havia alguma restrição alimentar, informei da minha intolerância, mas que tomaria a enzima (queria provar os pratos da sua forma original), eles então apenas confirmaram na escolha dos pratos que eles iam algo lácteo. Pedimos sucos para começar, pois as opções eram exóticas e com frutas locais que eu não conhecia: maravilhosos! Comecei pedindo um ceviche de mix de frutos do mar, que é uma entrada porém muito bem servida, nunca provei um ceviche como aquele, não faço ideia de como é feito o caldo vermelho, mas é apimentado e ácido na medida e simplesmente divido, sério. Meu marido pediu uma costela de cordeiro com cogumelos e purê de cenoura branca e eu fui de ossobuco com nhoque de batata roxa com molho com ervas. Foi difícil escolher o mais gostoso… De sobremesa pedimos esse globo sensacional com chocolate peruano com crocante de favas recheado com espuma de canela, sorvete de abobrinha com leite (sim, abobrinha), maçãs assadas e calda de caramelo e sal de maras, eu que não sou de doce pirei! Estava tudo tão equilibrado que eu comeria 5! hahaha Vale muito, muito a pena ir conhecer o restaurante, é muito maravilhoso! O valor dessa orgia gastronomia foi de 250 soles para o casal (se você for em um restaurante desse nível no Brasil vai gastar no mínimo 500 reais, e corre o risco de tão sair tão cheia quanto saímos do Chicha hahaha). Ele fica localizado na praça atras do Plaza de Armas, no Plaza Regocijo.

Ainda falando do Gastón Acurio, nos deparamos com a Papachos, uma hamburgueria que leva a assinatura dele. Meu marido é viciado em hambúrgueres, e eu também não resisto a um BOM hambúrguer, não estamos falando de fast food aqui, então decidimos ir jantar por lá. Os pratos também são gigaantes, você pode dividir um tranquilamente e ainda vai sobrar espaço para provar um sunday que provamos em outro dia e também é maravilhoso e vale cada caloria vazia e enzima ingerida haha! Tem também alguns pratos e sanduíches, além de opções de búrguer vegetariano! Um hambúrguer sai por volta de 30 e poucos soles, com acompanhamento (juro que comem duas pessoas!).

Para finalizar os pratos de Cusco, entramos em uma dessas portinhas misteriosas subindo as ruas de San Blas e achamos um restaurante ao fundo de uma loja que tinha uma decoração muito bonita, e isso foi suficiente para nos convidar a entrar. O nome é Macondo Café Concepto. Acertamos, pois a comida estava muito gostosa! Meu marido foi de Lomo saltado e eu de Frango recheado com espinafre e queijo andino. Valores por volta de 25 soles o prato.

Quanto as outras cidades, dormimos duas noites  em Ollantaytambo (nossa cidade preferida) e por lá também tem restaurantes deliciosos! Além do jantar no Gusteaus (da foto), almoçamos em um outro que tinham um ají de galinha muito bom, mas não anotamos o nome nem batemos foto, e tomamos café da manhã no Hearts Café, comi um sanduíche com abacate e um chicha morada muito bem preparados no pão caseiro! No Gusteaus pedi uma truta (prove a truta no Peru, é fresca, o rio corre por todo o vale sagrado, e o sabor é delicioso, todos os restaurantes servem somente a truta de peixe, não tem outras variedades) com quinoa e legumes e o meu marido foi de frango recheado que também estava ótimo! Média de 25 soles o prato. Local: Calle Estudiante

IMG_4969

 

Nossa única experiencia gastronomica ruim foi em Águas Calientes, a cidade que fica Machu Pichu, pedi um frango ao limão para não arriscar mas até isso ficou ruim hahaha, não lembro o restaurante mas uma amiga já havia comentado que realmente lá era a única cidade que tinha comido mal também, por sorte foi apenas um jantar! O custo é mais alto também pois a cidade é de difícil acesso e as coisas só chegam de trem.

Lá em Machupichu o ideal é conseguir levar um lanche, mas lá tem um restaurante buffet que era 100 e poucos soles 0 livre (muito caro!) e uma “lanchonete” que comemos um wrap de frango (tipo frango com maionese, bem básico) que estava bem gostoso mas também tem um valor alto (obviamente) saíam por 20 e poucos soles cada.

O próximo post será com algumas dicas sobre a viagem em si, já que recebi tantos pedidos! Vou falar também dos mercados e dos ingredientes, pois esse post já ficou muito grande né?! Mas espero que gostem e que seja útil para quem for viajar por lá!

 

Sopa de lentilha laranja vegana

Oi! Tá frio ne?! O que cai perfeitamente no frio? Sopa, lógico!

No geral minhas sopas não tem muita receita, corto muitos legumes, coloco um frango desfiado e ta pronta, mas essa de hoje foi sem frango e com uma junção que ficou maravilhosa! Já tem uma receita antiga aqui no blog de sopa com essa lentilha, mas essa versão ficou tão boa quanto!img_5848
1 xícara de lentihas laranja (deixar de molho por pelo menos 12 horas para ajudar na digestão e absorção de nutrientes)

1 cebola

1 cenoura

1 pimentão vermelho pequeno (opcional)

3 tomates (usei italiano)

1 colher de chá de páprica doce

1 colher de café de páprica picante

1 colher de chá de chimichurri (opcional – eu amo e uso muito)

*você pode colocar alho poró, salsinha, manjericao, louro.. As ervas que desejar!

Modo de preparo

Leve a lentilha para cozinhar por 5 minutos (ela cozinha muito rápido), escorra e reserve. Cozinhe a cenoura, pimentão e cebola até a cenoura ficar macia. Leve ao liquidificador a lentilha, os tomates e os legumes cozidos, adicione água do cozimento aos poucos para dar o ponto que desejar!

Volte a panela e adicione os temperos, acerte o sal. Sirva com salsinha ou coentro fresco picado e um fio de azeite!

Próximo Curso em Florianópolis

O próximo curso de Floripa é um curso que eu amo: Tortas doces e salgadas, mas esse especificamente ainda será low carb, melhor ainda né?!IMG_4475

“Tortas são práticas e leves e podem ser servidas em todas as refeições. Podem ser o prato principal de um almoço, acompanhando uma salada ou ser um delicioso café da tarde, além de claro, as doces poderem ser sobremesas ou, também lanches! Vou  mostrar como é pratico preparar tortas com bases e recheios diferentes, para depois você poder recriar com os sabores que desejar. Nesse especificamente todas as preparações serão low carb (com farinhas com baixo teor de carboidrato e sem açúcar)!”

Faremos um empadão de frango, uma torta sem massa de beringela, uma torta de espinafre com molho branco enrolada e vamos finalizar com uam chessecake de tofu com massa de cacau e geleia de frutas vermelhas super funcional e maravilhosa!

Data: 29/06

Local: Studio de Nutrição Gismari Bertoncelo

Contato para inscrições: 3225-8566 ou contato@studiodenutricao.com.br

Horário: 19:00 às 22:00hrs

 

*Para saber de outros cursos só clicar na página aqui do blog “Agenda de Cursos

Verrine vegana de cacau com morangos

Uma sobremesa leve, fácil e saudável é muito bem vinda! Eu amo verrines ou outras sobremesas que brinquem com texturas, não é enjoativo e você consegue sentir o efeito de cada camada: crocante, cremoso e molhadinho! 

Farofa:

1/2 xic farinha de amêndoas ou outra

1/2 xic de farinha de amaranto (ou de arroz integral ou de quinoa ou de aveia)

1/2 xic farinha de linhaça

1 colher de sopa de açúcar de coco

2 colheres de sopa de óleo de coco

1/4 xic de agua

Modo de preparo:

Misture os secos e depois os úmidos. Ficará uma massinha, homogênea, como massa de torta. Espalhe em uma assadeira e leve para assar até dourar. Deixe esfriar e esfarele.

*você também pode usar apenas uma mistura de nuts picadas, ou uma granola da sua preferencia.
Creme de cacau:

1 xic de castanha de caju cruas deixadas de molho por pelo menos 2hrs

1 xícara de água

1 colher de sopa de açúcar de coco ou mascavo ou xylitol ou adoce como preferir

2 colheres de sopa de cacau em pó (uso callebaut)

Modo de preparo:

Descarte a agua da demolhagem das castanhas. Adicione as castanhas e a água no liquidificador e bata bem até virar um creme liso. Adicione o cacau e o açúcar de coco e bata até ficar liso.

*pode fazer o creme do sabor que desejar: baunilha, limão, maracujá…
Morangos picados a gosto. Nibs de cacau para finalizar – opcional
Montagem:

Comece com a farofa crocante, seguindo do creme e dos morangos picados, repita mais uma camada se desejar.

A vantagem de servir em porções pequenas é que você não vai se perder e devorar a travessa inteira! Hahah

Espero que gostem!

Quinoto de shitake vegan

A quinoa em grãos é sem dúvida um dos meus grãos preferidos! Eu não sou chegada a arroz, embora nunca negue um risoto (feito com arroz arbóreo), mas a vantagem da quinoa é que ela é um grão com um teor mais baixo de carboidrato (embora ela ainda tenha sim carboidrato) e uma quantidade boa de proteína, deixando a refeição mais leve e mais low carb! Além de todos os nutrientes maravilhosos que a quinoa apresenta, ela é um alimento completo!

Quinoto é a junção de quinoa+risoto, ou seja: um risoto de quinoa! Você pode fazer de vários sabores, é rápido de preparar e você não precisa ficar mexendo como o arroz arboreo, afinal, aqui não tem amido para “soltar”! Você pode deixar uma quantidade boa de quinoa já cozida e até congelar, assim sempre que desejar poderá usar na sua refeição.

IMG_4296

 

ingredientes

1 bandeja de shitake (ou outro) cortado em tiras grossas

1/2 alho poró em rodelas finas

1/2 cebola em cubinhos

1 punhado de nirá (opcional)

1 pedaço de gengibre picado em cubinhos

2/3 de xícara de quinoa crua para cozinhar

sal e temperos a gosto (salsinha, cebolinha, açafrão, páprica, pimenta…) – usei salsinha e páprica picante

azeite de oliva para refogar

para dar cremosidade – 2 colheres de sopa de biomassa de banana verde, ou 1/2 xícara de leite de castanha de caju, ou 2 colheres de sopa de requeijão de tofu

Água suficiente para deixar cremoso

Modo de preparo

Para cozinhar a quinoa: Lave bem a quinoa em uma peneira em água corrente até parar de espumar. Coloque água em uma panela (cerca de 3 xícaras, ela não seca igual arroz, prefiro escorrer) e leve ao fogo, quando a água ferver coloque a quinoa e deixe cozinhando por cerca de 10 minutos. Eu não adiciono sal nessa etapa, as vezes coloco temperos junto para cozinhar como chimichurri ou o que quiser, mas deixo para salgar depois!

Refogue o alho poró, a cebola e o gengibre no azeite, depois acrescente o nirá. Coloque os cogumelos, uma pitada de sal e mexa até murchar. Adicione a quinoa cozida. Coloque o que escolher para dar cremosidade (usei requeijão de tofu no da foto, mas já fiz com todas as opções acima), coloque água para acertar o ponto de cremosidade, deve ficar mais molinho, não como um patê! Finalize com os temperos, acerte o sal e sirva!

Fácil né?! Se você já deixar quinoa cozida para a semana ou congelada a refeição fica pronta em 5 minutos, te garanto!! Espero que gostem!

Granola caseira com trigo sarraceno

Ainda na vibe do trigo sarraceno, estava louca para fazer uma granola! Já vi algumas granolas feitas com o sarraceno em grãos em sites gringos e estava louca para provar, resolvi hoje fazer a minha versão, já que sou A louca da granola! haha! Mas se você não tiver em casa, pode fazer sem e trocar os ingredientes que desejar, o modo de preparo da granola continuará sendo o mesmo. Fazer a nossa granola em casa é ótimo pois saberemos exatamente quais e quanto de açúcar estaremos colocando, você já parou para ler uma composição de granola do mercado? Te garanto que ficará assustado…

IMG_4158

Ingredientes

1/2 xícara de trigo sarraceno em grãos (ou lâminas de aveia)

1/2 xícara de aveia em flocos grandes

1/2 xícara de amendoim picado

1/2 xícara de amêndoas picadas

1/3 xícara de coco ralado (opcional – ou amaranto em flocos ou quinoa em flocos..)

1/3 xícara de sementes de linhaça ou chia

1/3 xícara de gergelim cru

1/3 xícara de uvas passas

1/3 xícara de óleo de coco

1/3 xícara de açúcar de coco (pode usar melado se quiser)

canela a gosto (pode usar cacau também)

*Pode acrescentar semente de abóbora, de girassol, outras castanhas, frutas secas etc..

Modo de preparo:

Em uma forma coloque todos os ingredientes, misture bem com a espátula para tudo ficar bem “lambuzado” do óleo e o açúcar de coco. Espalhe bem na forma e leve ao forno baixo (200-180°C) por cerca de 30 minutos, mexendo de 10 em 10 minutos para garantir que não queime. Tire, deixa esfriar e está pronta! Guarde em potes de vidro bem fechados.

IMG_4157

Espero que gostem!

Almôndega vegana de trigo sarraceno

Quem faz meus cursos já reparou que eu sou fã do Trigo Sarraceno (ou trigo mourisco). Embora tenha esse nome, ele não é nem primo do trigo, e eu já até falei dele aqui! Ele na verdade é uma semente, muito rica em nutrientes, com baixo índice glicemico, certa quantidade de proteína e muitas fibras! A sua farinha tem uma liga excelente para usar em substituição ao glúten nas receitas, gosto muito de usar em massas que tenham que abrir (torta, pasteis..) e também para pães e bolos, pois deixa tudo super fofinho! Porém seu sabor é um pouco forte para ser utilizado sozinho, então o ideal é sempre misturar com outras farinhas! Caso você só encontre em grãos, basta bater no liquidificador para virar farinha, é super fácil pois seu grão não é muito duro!

Já faz tempo que queria utiliza-lo em grãos para receitas, tem um sabor um pouco mais suave e uma textura que lembra um grão de arroz quando cozido, então resolvi fazer essa almondega, que também lembra um bolinho de arroz assado! Super simples de preparar!

IMG_4071

Ingredientes

1 xícara de trigo sarraceno cozido (cerca de 2/3 de xícara cru – para cozinhar deixei de molho em água por 30 minutos, escorri e levei para cozinhar por 3 minutinhos em água apenas, escorri e passei água fria para interromper o cozimento)

2/3 xícara de cenoura ralada no fino (ou beterraba)

um punhado de salsinha picada

2 colheres de sopa de farinha de linhaça

2 colheres de sopa de farinha de arroz integral

2 colheres de sopa de azeite (usei 1 de óleo de gergelim torrado, que da um super perfume!)

temperos a gosto (usei 1 colher de sopa de gersal, páprica doce, páprica picante e sal)

Modo de preparo

Misture todos os ingredientes. Com as mãos úmidas aperte bem para fazer as bolinhas. Coloque em uma forma e leve para assar em fogo médio por cerca de 20 minutos ou até dourar!

A intenção aqui é conhecer novos sabores, como o do trigo sarraceno, mas sei que vão perguntar possíveis substituições, eu indicaria usar o arroz cateto já cozido!